Como a beleza bruta desse sertão, ela surgiu.
Menina morena, mulher Yanomani ,beleza ímpar.
O sorriso que ilumina na querência da liberdade.
O esconderijo perfeito, janelas da alma, olhar que busca abraçar!
Olhos misteriosos, que sepultam os segredos mais íntimos e os desejos mais profundos.
Filha da terra, raiz desse povo, gente dessa gente.
Da luta, não foge. E nos espinhos, aprende o que se é viver!
Um verso não te bastaria, nem todos os versos te bastariam.
É musa da minha canção, daquela que só nós dois sabemos.
A dança que não há de parar, o samba que não irá parar de chorar!
"Eu você, nós dois. Um passado, uma canção."
Bruta flor!
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