E quando a saudade bate, quase espancando o nosso coração, o quê que a gente faz?!
Fecha os olhos sente o sol bater no rosto e abre o coração pra senti-los aqui do nosso lado!
E quando os olhos ficam rasos de lágrimas por causa de adeus, o quê a gente faz?
Sorri... sorri sem medidas!
E quando o coração bate descompassado, lamentando a partida de alguém o quê que a gente faz?!
A gente segura firme, nem sempre é bom chorar!
E quando os pensamentos parecem sumir todos, o quê que a gente faz?!
A gente respira e sente que estamos vivos e que isso basta, nesse momento!
E quando tudo parece se acabar, como a névoa engolindo as montanhas, o quê que a gente faz?!
A gente senta e espera pelo sol que há de voltar a brilhar!!
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Felicidade (?)
Por que vens sorrateira e calma?
Por que se esconde dentro de sorrisos?
Por que me fazes sentir como se não estivesse vivo?
Por que escolheste meu coração para habitar?
Por que.. oh tristeza por que... ?
A alma gélida, o coração inconstante...
As palavras presas em um tom menor... quase sumidas....
O medo crescendo, escondendo nosso olhar de esperança...
E de repente, uma jovem companheira, esguia, bonita se senta do meu lado.
Quem é ela?
Uma moça de mãos finas e dedos longos, de olhar morteiro e fascinante...
Mas em um instante ela se mostra magra, fria e velha... quem é ela, me pergunto?!
E ai consigo ver a resposta...
Essa é a tal felicidade de quem os poetas e amantes falam, só que dessa vez
não está sorrindo! E o olhar marejado me diz uma só coisa... "Eu vou partir!"...
E como quem não obedece a nada e ninguém ela se levanta, se arrasta até a porta
e sai como se me deixasse pesaroso.
Eu, lhe olho e aceno... e penso...
"Se for essa a felicidade prefiro uma garrafa de realidade!"
Por que se esconde dentro de sorrisos?
Por que me fazes sentir como se não estivesse vivo?
Por que escolheste meu coração para habitar?
Por que.. oh tristeza por que... ?
A alma gélida, o coração inconstante...
As palavras presas em um tom menor... quase sumidas....
O medo crescendo, escondendo nosso olhar de esperança...
E de repente, uma jovem companheira, esguia, bonita se senta do meu lado.
Quem é ela?
Uma moça de mãos finas e dedos longos, de olhar morteiro e fascinante...
Mas em um instante ela se mostra magra, fria e velha... quem é ela, me pergunto?!
E ai consigo ver a resposta...
Essa é a tal felicidade de quem os poetas e amantes falam, só que dessa vez
não está sorrindo! E o olhar marejado me diz uma só coisa... "Eu vou partir!"...
E como quem não obedece a nada e ninguém ela se levanta, se arrasta até a porta
e sai como se me deixasse pesaroso.
Eu, lhe olho e aceno... e penso...
"Se for essa a felicidade prefiro uma garrafa de realidade!"
Assinar:
Postagens (Atom)