sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Mi cuerpo, mi casa.

Eu sou livre.

Torno a dizer, que é pra o mundo ouvir:

Eu sou livre, sou meu!

E não importa o que se passa à minha volta...
Meu corpo é minha casa.

Meu templo.

Sagrado e profano, meu.

Meu forte.

Minha alma banhada de amor não se transveste de corpo por simples desejo,
mas pra dizer que eu sou exatamente o que eu quiser ser!


Meninas-canções

Minhas canções aos poucos desnaturam-se em versos!
Tornam em sentido! Saltam aos meus olhos.
Vêm e vão num balanço místico, que eu só vejo ao cerrar os olhos!
São como bailarinas (que de pernas longas) voam ao infinito.
Essas canções que bailam em mim e persistem em serem minhas,
vêm, tornam a sumir, depois voltam e em mim tornam-se meninas.
Meninas, sim meninas. Sapecas, teimosas, meninas.
Depois elas sussurram nos meus ouvidos pequenos segredos...
Aqueles que fazem a gente se roer de curiosidade!
As meninas-canções, como cá são chamadas, são pequenas luzinhas!
Luzinhas que trazem em si o anúncio de uma lindeza que só cabe a mim.
E a quem eu deixar!

domingo, 12 de janeiro de 2014

Poema do amor livre

Se te olho,
tenho vontade de vida.
Se te lembro,
quero abraço.
Se te ouço,
quero canção.
Se te tenho,
quero mais.
Se te amo,
escondo-me.
Se me amas,
mostre-me.
Eu serei teu e
tu serás meu.