De que adianta conhecer todas as ciências e
se perder no labirinto escuro e vazio da intolerância?
Prefiro ser o maio dos ignorantes e respeitar as diferenças, afinal todos somos iguais!
Mesmo que me acorrentassem no mais feio vale,
e mesmo que fosse preso no mais escuro dos calabouços,
mesmo que sofresse as piores torturas,
eu ainda estaria livre...
Livre de todo e qualquer padrão...
Livre como a gaivota que voa sobre o alto mar todos os dias em busca da sobrevivência!
Livre como tigre que corre sem medo de ser atingido!!
E essa tal liberdade onde anda...?
Amarrada em um lenço no cabelo das senhoras pobres, anjos do sertão...
Anda no olhar orgulhoso de uma mãe que vê seu filho se tornar doutor...
Está na mão do povo negro que derrotou as correntes e mostrou seu valor!
Está em mim e em você que sonha... que faz... que muda.. que acredita e transforma o mundo!

Nenhum comentário:
Postar um comentário