Luís Lima, com o poema "cangaço"...
extraio o doce da minha arte
no duro sabor das rapaduras
sou filho dos virgulinos lampiões
e das diversas marias bonitas
minhas palavras se embolaram
nas partículas de poeira do reconcavo
no duro sabor das rapaduras
sou filho dos virgulinos lampiões
e das diversas marias bonitas
minhas palavras se embolaram
nas partículas de poeira do reconcavo
no cangaço fiz juras de eterno amor
com tantas bocas de sede
e no meu chapéu abriguei sonhos
aguardando das chuvas a renovação
com tantas bocas de sede
e no meu chapéu abriguei sonhos
aguardando das chuvas a renovação

Nenhum comentário:
Postar um comentário