"Enquanto caminhavam o silêncio reinava, mas quando aproximavam-se da estação a menina sorri, querendo beijar-lhe a face... mas o mundo a faz chorar e a impede de o fazer! Ele pega na mão da criança e lhe passa confiança, então ela lhe olha ternamente e resolve dar-lhe uma chance, afinal aquele velho parecia bom... então pede que se abaixe... ele a obedece prontamente...
ela se inclina e o beija demoradamente na face... ele em reposta a beija também. Ela sobe no trem com a graça de uma gazela, ele lhe entrega o casaco e se despede acenando demoradamente com um sorriso no rosto. Ainda de pé escorada no parapeito do vagão, ela nota que o trem já se afastava... sente que rola uma lágrima do olho direito, ela não compreende o motivo mas com um toque de uma figura real ela a seca com um lenço de seda indiana que havia trago da última viagem às índias... O trem, já longe da estação, só a permite ver o vulto cinza do velho casaco de lã do homem que a ensinou a sonhar, olhando fixamente para ele ela ainda sorri!"
ela se inclina e o beija demoradamente na face... ele em reposta a beija também. Ela sobe no trem com a graça de uma gazela, ele lhe entrega o casaco e se despede acenando demoradamente com um sorriso no rosto. Ainda de pé escorada no parapeito do vagão, ela nota que o trem já se afastava... sente que rola uma lágrima do olho direito, ela não compreende o motivo mas com um toque de uma figura real ela a seca com um lenço de seda indiana que havia trago da última viagem às índias... O trem, já longe da estação, só a permite ver o vulto cinza do velho casaco de lã do homem que a ensinou a sonhar, olhando fixamente para ele ela ainda sorri!"

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